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Doença que Afeta Cabeleireiros e Barbeiro Profissionais!

Principais Doenças que Afeta o Profissional Barbeiro.

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Tipos de reações alérgicas:
Hipersensibilidade imunológica é o termo médico para uma reação exagerada do sistema imune a uma substância percebida como estranha ao organismo.[1] Nesse tipo de resposta há a participação de um componente genético que torna um indivíduo mais sensível ou predisposto a desenvolver determinada alergia , ou então a indivíduos sensíveis podem se tornar hipersensibilizados por circunstâncias ligadas ao antígeno ou a condições imunológicas no momento do contato.
Rinite alérgica é a manifestação de hipersensibilidade mais comum atingindo de 17 a 22% da população, seguido de asma que atinge entre 3 a 38% das crianças e 2 a 12% dos adultos por ano e de dermatite atópica que atinge 1 a 20%. É mais comum entre multiétnicos (14%), e começa afetando mais meninos, porém depois da puberdade, passa a afetar mais mulheres que homens. A sensibilidade a alergias varia durante o ciclo menstrual e tender a diminuir com a idade.
Dermatoses:

 

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dermatiteA dermatose ocupacional é uma doença da pele de trabalhadores que em sua jornada de trabalho estão em contato com agentes e produtos físicos e químicos que causam alergia e irritação. A melhor maneira de prevenção dessa doença é através do uso de luvas que impeçam o contato agressivo com esses agentes.As dermatoses ocupacionais ou termanites de contato são visíveis em locais de trabalho que usam solvente, óleos minerais, cimento, cal e outros… A pele está sujeita a uma grande quantidade de doenças como resultado da falta de asseio agravada por factores ligados à idade, ao sexo, ambiente de moradia, trabalho e transporte, e outras condições. Esses males, que constituem o grupo das dermatoses, são principalmente as piodermites, que são infecções inflamatórias diretamente provocadas por bactérias nas diversas camadas da pele, além de certas verminoses e micoses. Resultam de contágio e são transmissíveis por contacto, sendo mais frequentemente incidentes durante a época mais quente e úmida do ano.

Distúrbios Respiratórios:
O sistema respiratório é o conjunto de órgãos responsáveis pelas trocas gasosas entre o organismo dos animais e o meio ambiente, ou seja, a hematose pulmonar, possibilitando a respiração celular. Nos vertebrados terrestres, o sistema respiratório é fundamentalmente formado por dois pulmões. Mas nos animais aquáticos, como peixes e moluscos, o sistema baseia-se nas brânquias, enquanto que nos artrópodes terrestres, a respiração é assegurada por um sistema de traqueias. Nos organismos unicelulares e em alguns animais, como as esponjas e celenterados, assim como nas “plantas” (no sentido da taxonomia de Lineu), não existe um verdadeiro sistema respiratório, sendo a respiração celular assegurada por trocas gasosas diretas entre as células do organismo e o meio ambiente.

Asma:
Asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas. Quando as vias aéreas inflamadas são expostas a vários estímulos ou fatores desencadeantes tornam-se hiperreativas e obstruídas, limitando o fluxo de ar através de broncoconstrição, produção de muco e aumento da inflamação. Entre os sintomas mais comuns estão a pieira recorrente, tosse com agravamento noturno, sensação de aperto no peito e dificuldade respiratória recorrente. Pensa-se que a asma tenha origem numa conjugação de fatores genéticos e ambientais. Entre os fatores desencadeantes mais comuns estão os alergénios, como ácaros domésticos, baratas, pólen, pêlo de animais e fungos, e diversos fatores ambientais, como o fumo de tabaco ativo e passivo, a poluição do ar, irritantes químicos, exercício físico e determinados fármacos como a aspirina.
A asma pode ser difícil de diagnosticar. Alguns dos sintomas de asma, como a dispneia aguda, o aperto torácico e a pieira, podem ser provocados por outras doenças. O diagnóstico é geralmente realizado com base no padrão dos sintomas, na comprovação da reversibilidade dos sintomas com broncodilatadores e nos resultados de exames de espirometria. A classificação clínica é feita de acordo com a frequência dos sintomas, do volume expiratório máximo no primeiro segundo e do débito expiratório máximo. A asma pode ser classificada como ligeira, moderada ou grave. As exacerbações ou crises agudas têm carácter episódico, embora a inflamação das vias aéreas seja crônica. As crises podem colocar a vida em risco, embora seja possível preveni-las. A gravidade da doença varia entre as pessoas e pode variar ao longo do tempo na mesma pessoa.
Embora não exista cura para a asma, é possível controlar a frequência e intensidade dos sintomas. A primeira medida é evitar a exposição aos factores desencadeantes. Se não for suficiente, geralmente recomenda-se o uso de medicação, preferencialmente por via inalatória. Existem dois tipos de medicação para o controlo de asma: os medicamentos para alívio rápido dos sintomas e das crises de asma, como os broncodilatadores de curta duração, e os medicamentos de ação preventiva a longo prazo que previnem o aparecimento de sintomas ou de crises, particularmente os anti-inflamatórios. Encontram-se disponíveis vários dispositivos de inalação, como inaladores pressurizados, inaladores de pó seco e nebulizadores. As câmaras expansoras reduzem os efeitos secundários locais dos corticosteroides inalados e facilitam o uso dos inaladores pressurizados, sobretudo por parte de crianças. Em casos graves podem ser necessários corticosteroides intravenosos, sulfato de magnésio ou hospitalização. A doença requer tratamento a longo prazo e para muitas pessoas implica a utilização de medicamentos preventivos para o resto da vida. A ocorrência de asma tem aumentado significativamente desde a década de 1970. Em 2011, foram diagnosticadas com asma entre 235 e 300 milhões de pessoas e a doença foi responsável pela morte de 250 000 pessoas.

Distúrbios digestivos:
Gastroparesia originalmente servia para designar uma diminuição da força de contração da musculatura do estômago. Porém atualmente está sendo mais usado para denominar um conjunto de condições clínicas caracterizadas por uma lentificação na passagem de alimentos pelo estômago sem que haja bloqueio no antro, piloro ou duodeno.Esse esvaziamento gástrico lento geralmente é causado por redução da força de contração da musculatura do antro gástrico ou por outros distúrbios motores que afetem o estômago e/ou o intestino delgado. Estes distúrbios motores podem ser provocados por inúmeras doenças e medicamentos, sendo difícil descobrir a verdadeira origem. Também pode ocorrer durante a gravidez. A Diabetes melito é responsável por 25% dos casos e reações pós-operatórias a outros 25% dos casos. Metade dos pacientes com diabetes melitos eventualmente desenvolvem parestesia Em 15% dos casos o responsável é uma dentre as seguintes doenças

Gastrite:
A gastrite é uma inflamação do epitélio estomacal, muitas vezes, tem diferente significado para os leigos e para os médicos.O público, frequentemente, usa o termo gastrite como queixa, representando vários desconfortos relacionados com o aparelho digestivo.O médico, após examinar o paciente e fazer os exames necessários, conclui que existe gastrite, inclusive, muitas vezes sem sintomas e outras vezes em que não existe significado clínico destacável. As gastrites podem ser agudas ou crônicas. Gastrite crônica[editar | editar código-fonte Em relação à gastrite crônica, também, existe muita confusão, principalmente no que se refere aos sintomas e à relação com os agentes causadores. Sabe-se que a bactéria H. pylori pode determinar uma gastrite crônica. Esta bactéria vive muito bem em ambientes ácidos, como é o caso do estômago. No entanto, o Helicobacter pylori leva à destruição da barreira protetora que reveste a mucosa do estômago, permitindo que o ácido gástrico agrida a própria mucosa gástrica, o que leva à inflamação da mesma, caracterizando a gastrite. Gastrite crônica atrófica Ocorre quando os anticorpos atacam o revestimento mucoso do estômago, provocando o seu adelgaçamento e perda de muitas ou de todas as células produtoras de ácido e de enzimas. Esta perturbação afeta normalmente as pessoas mais velhas. Também tem tendência para ocorrer nas pessoas a quem foi extirpado parte do estômago (procedimento cirúrgico chamado gastrectomia parcial). A gastrite atrófica pode provocar anemia perniciosa porque interfere com a absorção da vitamina B12 presente nos alimentos.

Úlcera:
Úlcera é o nome genérico dado a quaisquer lesões superficiais em tecido cutâneo ou mucoso, popularmente denominadas feridas. Nessas lesões ocorre a ruptura do epitélio, de modo a haver exposição de tecidos mais profundos à área rota. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica é exemplo de lesão que ocorre no estômago ou no duodeno (mais frequente), sendo mais susceptíveis a este grupo de úlceras as pessoas que sofrem de stress.

Dispepsia:
Dispepsia ruptura ou dificuldade, é o termo médico que designa “dificuldade de digestão”, popularmente conhecida como “indigestão”. Essa condição médica caracteriza-se por dor crônica ou recorrente no abdome superior, plenitude abdominal superior completa e sensação precoce de saciedade durante a alimentação. Pode ser acompanhada de distensão abdominal, eructação (arrotos), náuseas ou azia. A dispepsia é um problema comum. Freqüentemente é causada pela doença do refluxo gastroesofágico ou gastrite, mas em uma minoria pode ser o primeiro sintoma da doença da úlcera péptica (uma úlcera do estômago ou duodeno) e, ocasionalmente, do câncer. Por isso, uma inexplicável dispepsia de início recente em pessoas acima de 55 ou a presença de outros sintomas de alarme pode requerer novas investigações.
Distúrbios osteoarticulares:
Priapismo é uma condição médica geralmente dolorosa e potencialmente danosa na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido, apesar da ausência de estimulação física e psicológica. A ereção dura em média 4 horas, e pode levar à impotência sexual definitiva. O priapismo é uma emergência médica e o recomendado é procurar atendimento de emergência prontamente. O nome vem do deus Priapo da mitologia grega, que tinha um pênis exageradamente grande e que permanecia sempre ereto.Distúrbios venosos.

Varizes:
Varizes são dilatações ou tortuosidades das veias do corpo humano. As mais comuns são as varizes dos membros inferiores. As secundárias a uma cirrose hepática não têm a mesma fisiopatologia e devem fazer parte das doenças hepáticas. Não se deve confundir varizes (doença do sistema venoso superficial) com a insuficiência venosa profunda que pode ser secundária a um problema de flebotrombose (também chamado tromboflebite), nem com a presença de telangiectasias ou varicose reticular (também chamados derrames). Esta última situação não é como muitos julgam uma primeira fase da doença varicosa como as classificações existentes ainda o mencionam, mas sim uma entidade independente, cuja fisiopatologia parece ser a dificuldade da drenagem capilar da pele para o tecido celular subcutâneo, e estão vinculadas na maior parte dos casos a uma tendência familiar.Além do problema estético, habitualmente o paciente queixa-se de dores nos membros inferiores, sobretudo quando está de pé. Estas dores são muitas vezes referidas como uma sensação de peso ou tensão mas pode também ser referido prurido e ardor. Estes sintomas são devidos a um aumento da pressão venosa distal. Poderá haver edema do membro afectado, sobretudo quando o paciente é obrigado a permanecer longas horas de pé, parado. Com a evolução e o agravamento da doença desenvolve-se nos pontos de maior declive um processo de distrofia tissular caracterizado por uma reacção inflamatória com endurecimento cutâneo e do tecido celular sub-cutâneo (lesão pré-ulcerosa); se a doença venosa não for tratada, o processo ulceroso desenvolve-se e pode arrastar-se durante anos . O tratamento da ulcera varicosa é extremamente difícil se o problema de drenagem não for resolvido. Após a cirurgia as úlceras podem fechar em 8-15 dias dependendo do seu tamanho e profundidade mas sobretudo do estado dos tecidos circundantes.[1] Em processos arrastados, a rigidez tissular é grande com retração dos tecidos, diminuição do perímetro da perna e hiperpigmentação cutânea.

Hepatite:
Hepatite é toda e qualquer inflamação do fígado e que pode resultar desde uma simples alteração laboratorial (portador crônico que descobre por acaso a sorologia positiva), até doença fulminante e fatal (mais frequente nas formas agudas). Existem várias causas de hepatite, sendo as mais conhecidas as causadas por vírus (vírus das hepatite A, B, C, D, E, F, G, citomegalovírus, etc). Outras causas: drogas (anti-inflamatórios, anti-convulsivantes, sulfas, derivados imidazólicos, hormônios tireoidianos, anti-concepcionais, etc), distúrbios metabólicos (doença de Wilson, poli-transfundidos, hemossiderose, hemocromatose, etc), trans-infecciosa, pós-choque. Em comum, todas as hepatites têm algum grau de destruição das células hepáticas. A maioria das hepatites agudas são assintomáticas ou levam a sintomas incaracterísticos como febre, mal estar, desânimo e dores musculares. Hepatites mais severas podem levar a sintomas mais específicos, sendo o sinal mais chamativo a icterícia, conhecida popularmente no Brasil por “tiriça” ou “amarelão” e que caracteriza-se pela coloração amarelo-dourada da pele e conjuntivas. Associado pode ocorrer urina cor de coca-cola (colúria) e fezes claras, tipo massa de vidraceiro (acolia fecal). Hepatites mais graves podem cursar com insuficiência hepática e culminar com a encefalopatia hepática e óbito. Hepatites crônicas (com duração superior a 6 meses), geralmente são assintomáticas e podem progredir para cirrose. Considerada a maior pandemia mundial da atualidade. 60 a 80% cronificam em 15-20 anos, evoluindo para cirrose hepática, e 1-2% para hepatocarcinoma. O Brasil é hoje um país que tem portadores crônicos de hepatite B e hepatite C, segundo conceitos do Organização Mundial da Saúde, de nível mediano: 1-3%. Quadro clínico (primeiros 3 a 10 dias.

Viroses:
O termo virose designa qualquer doença causada por um vírus. [1] Os médicos costumam se referir a viroses para infecções auto-limitadas sem complicação como resfriados, mas o termo também se aplica a doenças graves como AIDS e até mesmo algumas formas de câncer induzidos por vírus. Muitas viroses ainda não tem tratamentos específicos e muitas das drogas antivirais disponíveis causam fortes efeitos colaterais ou são pouco efetivas. Por outro lado, muitas viroses são autolimitadas, isto é, desaparecem espontaneamente. Assim o tratamento de viroses frequentemente é sintomático: tratar desidratação com soro fisiológico, tratar a dor, febre e mal estar com anti-inflamatórios não-esteroides.

Tuberculose:
A tuberculose (TB) (do francês tuberculose)- chamada antigamente de “peste cinzenta”,[2] e conhecida também em português como tísica pulmonar[3] ou “doença do peito” – é uma das doenças infecciosas documentadas desde mais longa data e que continua a afligir a Humanidade nos dias atuais. É causada no homem e em outros animais por diferentes espécies do gênero Mycobacterium. A espécie que mais transmite ao homem é o Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como bacilo de koch, embora outras espécies também possam o fazer, como Mycobacterium bovis e Mycobacterium avium Estima-se que a bactéria causadora tenha evoluído há 50 000 anos. a partir de outras bactérias do gênero Mycobacterium. A tuberculose é considerada uma doença socialmente determinada, pois sua ocorrência está diretamente associada à forma como se organizam os processos de produção e de reprodução social, assim como à implementação de políticas de controle da doença. Os processos de produção e reprodução estão diretamente relacionados ao modo de viver e o trabalho do indivíduo.
A tuberculose pulmonar é a forma mais frequente e generalizada da doença. Porém, o bacilo da tuberculose pode afetar também outras áreas do nosso organismo, como, por exemplo, laringe,[5] os ossos e as articulações,a pele (lúpus vulgar), os glânglios linfáticos (escrófulo), os intestinos, os rins e o sistema nervoso. A tuberculose miliar consiste num alastramento da infecção a diversas partes do organismo, por via sanguínea. Este tipo de tuberculose pode atingir as meninges (membranas que revestem a medula espinhal e o encéfalo), causando infecções graves denominadas de “meningite tuberculosa”. Em diversos países, houve a ideia de que por volta de 2010 a doença estaria praticamente controlada e inexistente. No entanto, o advento do HIV e da AIDS mudaram drasticamente esta perspectiva. No ano de 1993, em decorrência do número de casos da doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou estado de emergência global e propôs o DOTS (Tratamento Diretamente Supervisionado) como estratégia para o controle da doença.A tuberculose é transmitida pelos bacilos expelidos por um indivíduo contaminado quando tosse, fala, espirra ou cospe.[11] A tuberculose se dissemina através de aerossóis no ar que são expelidas quando pessoas com tuberculose infecciosa tossem, espirram. Contactos próximos (pessoas que tem contato frequente) têm alto risco de se infectarem. A transmissão ocorre somente a partir de pessoas com tuberculose infecciosa activa (e não de quem tem a doença latente). A probabilidade da transmissão depende do grau de infecção da pessoa com tuberculose e da quantidade expelida, forma e duração da exposição ao bacilo, e a virulência. A cadeia de transmissão pode ser interrompida isolando-se pacientes com a doença ativa e iniciando-se uma terapia antituberculose eficaz.

Não se acanhe, pois as carícias que os cabeleireiros fazem no couro cabeludo estimulam. Sim, são estimulantes, segundo eles mesmos. E depois de tratar do seu cabelo, você pode passar em um posto de gasolina para tomar um jato de ar-comprimido para retirar todo o cabelo que eles espanaram para dentro da sua gola, de forma extremamente inteligente. Não importa o seu gosto, padrão ou preferência. Os cabeleireiros são os melhores profissionais indicados para cuidar da sua cabeça.

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fonte: site wikipedia.

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